"Joanne estava bem desanimada quando se sentou olhando o mesmo trecho do interior da Inglaterra durante 40 minutos, num trem de volta para Londres, [...] Mas não pensou em nada disso, por que Joanne sempre fora uma sonhadora e, à medida que olhava para fora, pela janela do trem, e via algumas vacas malhadas de olhar igualmente perdido, ela imaginava um trem transportando um menino para um internato de magos: 'A ideia de Harry surgiu de repente em minha mente. Não sou capaz de dizer o que desencadeou isso. Mais vi muito claramente a ideia de Harry e da escola de magos. Nesse momento eu tive a ideia básica de um menino que não sabia quem era, que não sabia que era mago, até receber um convite para a escola de magos. Nenhuma outra ideia tinha me animado tanto quanto esta.' Para sua grande decepção, Joanne não estava levando nem lápis nem papel naquela tarde de Junho, o que não era comum. Então fechou os olhos para ver tudo dentro de sua cabeça. Pensou no protagonista, Harry, embora ainda não tivesse escolhido o esse nome. Concentrou-se na escola, nas pessoas que Harry poderia encontrar lá. Ela contou que, no final dessa viagem, tinha imagino Rony Weasley - baseado em Séan Harris -, Hagrid, o guarda-caça, o personagem que mais gostaria de encontrar na vida real, e os fantasmas da escola, Nick Quase Sem Cabeça e Pirraça."(J. K. Rowling - Uma biografia do gênio por trás de HARRY POTTER - Cap. 5)


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